À meia noite
Vou beijar-te à meia noite quando eu for à cama, à zero hora, depois do trabalho. Vou despertar-te com o beijo, arrancar-te um suspiro que rasgará o silêncio da noite, já a tocar Djavan. Vais ceder, tirada do sono da espera abrirás os olhos na umbra do tesão do meu corpo quente. Vais rimar suspiro com gemido, enquanto norteias com a abertura das pernas meu corpo recto.