À meia noite

Vou beijar-te à meia noite

quando eu for à cama,

à zero hora, 

depois do trabalho.

 

Vou despertar-te com o beijo,

arrancar-te um suspiro

que rasgará o silêncio da noite,

já a tocar Djavan.

 

Vais ceder,

tirada do sono da espera

abrirás os olhos na umbra do tesão

do meu corpo quente.

 

Vais rimar

suspiro com gemido,

enquanto norteias com a abertura das pernas

meu corpo recto.

 relogio

 

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